E a começar bem a manhã... (ou então não)
HISTÓRIAS DE QUEM SOFRE EM SILÊNCIO
Numa volta ao mundo por 60 países, aqui ficam alguns dos casos e histórias incluídos no relatório 2004 sobre a Liberdade Religiosa no Mundo.
Guerrilhas, narcotráfico e desalojados
A situação da Colômbia é uma das piores das Américas, não por causas estritamente religiosas, mas em razão das lutas de guerrilha e do narcotráfico. Três milhões de desalojados, atentados, raptos e homicídios atingem também figuras do mundo religioso. A 6 de Maio de 2003, conta o relatório, 25 homens armados entraram numa igreja evangélica em Sardis, no distrito setentrional de Córdoba, e mataram o pastor protestante, de 80 anos, e mais três fiéis. Os homens chamaram as vítimas pelo nome e mataram-nas no átrio da igreja e diante dos outros paroquianos.
Rezar e ir para a prisão em Cuba
Oitenta dissidentes, a maioria dos quais responsáveis do Projecto Varela, uma organização ligada à Igreja Católica, foram presos em Março, acusados de "conspirar" com os Estados Unidos. Em Agosto, funcionários do regime prenderam Benito Salas Molína, Amaury Hinojosa Molestá, Edilio Morales Rivas e Zenaida Bárbara Ramos, do movimento "Hijos de la Virgen de Regla", que anunciavam dias de oração pelos dissidentes presos. A 11 de Setembro, a polícia política cubana e um grupo de paramilitares impediu violentamente o acesso de um grupo de dissidentes católicos ao santuário mariano de Nossa Senhora de la Caridad del Cobre, padroeira de Cuba.
"Burqas" regressam ao Afeganistão
No Afeganistão, a situação das mulheres não melhorou: longe de Kabul, nas muitas zonas controladas pelos "senhores da guerra", regressaram as "burqas", a peça de vestuário feminino imposta pelos talibãs, hoje usada mais por medo do que por tradição. Nestas zonas as mulheres não podem trabalhar nem sair de casa, nem desempenhar qualquer papel social que as ponha em contacto com indivíduos do sexo masculino.
"Enfiar uma bala na cabeça de um judeu"
Entre os manuais escolares dos Territórios Ocupados da Palestina, "Cultura Islâmica", publicado em 2003 pelo Ministério da Educação, aprovado pelo Ministério da Educação jordano (11º ano), diz sem ambiguidades: "Jihad é um termo islâmico que equivale ao termo guerra noutras nações." Por isso "a Nação islâmica necessita de difundir o espírito da jihad e o amor pelo auto-sacrifício entre os seus filhos através das gerações". O xeque Ibrahim Madhi, um dos pregadores mais populares, abençoa "quem educar os seus filhos para a jihad e o martírio e quem poupar uma bala para a enfiar na cabeça de um judeu".
Paraíso turístico, purgatório religioso
Nas Maldivas, a liberdade religiosa é muito limitada e a lei não permite nenhuma forma pública de culto e de oração ou proselitismo a não ser muçulmano-sunita. Os cidadãos não muçulmanos - e as várias centenas de milhar de turistas que visitam o arquipélago - só podem praticar a sua religião em casa e os muçulmanos perdem a cidadania se se converterem a outra religião.
Testemunhas de Jeová presas
Em 1972, o Governo de Singapura declarou ilegais as Testemunhas de Jeová por estas se recusarem a cumprir serviço militar. Em 1982, usou o mesmo método com a Igreja Unificada do reverendo Moon, considerada uma seita e não uma religião. São cerca de 30 as Testemunhas de Jeová presas por se terem recusado a cumprir o serviço militar obrigatório. Desde 1982, os seguidores de Moon têm sido vítimas de contínuos vexames e de discriminações por parte do Governo.
Conversões levam à prisão no Egipto
Três mulheres (Soheir Hosni Sedky, Fawzeya Azmy Estafanos e Marina Morcos Shenouda), que se converteram do cristianismo ao islão para depois voltar ao cristianismo, foram detidas, acusadas de terem corrompido funcionários do Governo para obter documentos falsos. Oito funcionários estavam envolvidos no caso e um outro, Aziz Zakhary Armanios, foi detido por arranjar documentos para 2800 muçulmanos egípcios que se converteram ao cristianismo.
Proibido ser religioso no Sudão
No norte do Sudão, missionários e voluntários cristãos são obrigados a trabalhar quase exclusivamente na gestão de escolas, hospitais, dispensários e em intervenções humanitárias ao serviço dos mais pobres, dos marginalizados e das vítimas de abusos e injustiças, estando-lhes vedada qualquer acção religiosa. Embora o processo de paz entre o Governo e o EPLS tenha evoluído, abriu-se uma nova frente de guerra na região ocidental do Darfur que, desde o princípio de 2003, causou pelo menos sete mil mortos, um milhão de desalojados e quase 100 mil refugiados, que foram para o Chade.
E já agora, vejam estes sites sobre este assunto:
Bom fim-de-semana!
I LOVE YOU!!!!!!! :P
era mm isto que tava a precisar!! ipf.pt ;) ja tou a pedir mais informaçoes para lá! ;) Bigada bigada!!
Eu tou bemzinho e tuuuuuuuu??
(tive de preencher os campos todos de novo lol :|) so para te mandar bjinhos que me eskeci ah pouco ;)
bjinhoooooooos
Obrigado por tudo, eu estou bem, graças a Deus! Bjs ;)
Afixado por: mood em outubro 19, 2004 04:15 PM