A Tempestade
Quase toda a gente já ouviu falar acerca de William Shakespeare. Fala-se nele, e salta logo à memória a história de amor de Romeu e Julieta. Desde que li "The Tempest" a sua última peça, encostei a um canto aquela outra fatal história de amor, e admiro a sua complexidade e profundidade. A dada altura uma das personagens, Próspero, expressa a sua ansiedade em relação ao carácter passageiro da vida:
"We are such stuff
As dreams are made on and our little life
Is rounded with a sleep..."
--From The Tempest (IV, i, 156-157)
Prefiro não comentar as implicações desta afirmação uma vez que desafia a crença de uma vida após a morte, embora o sono ali referido possa implicar uma morte eterna ou... talvez não. Costuma-se dizer que o escritor acaba sempre deixar uma parte de si em tudo o que escreve. Se assim for, pergunto-me acerca do que Shakespeare acreditava afinal...
Se quiserem ler "The Tempest" na íntegra basta clicarem aqui.
Publicado por daisy em julho 20, 2004 02:03 PM